18 de junho de 2018

Qual a importância da educação financeira pessoal?

Não importa a renda, educação financeira pessoal é importante para qualquer pessoa. Basicamente, ela ajuda na concretização dos sonhos, seja para comprar uma casa, fazer uma graduação, se especializar, viajar ao exterior, entre outros.

Apesar da relevância da boa gestão do dinheiro, pouca gente sabe administrá-lo. De acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Consumo (CNC), 60,2% das famílias brasileiras estão endividadas.

Ficar no vermelho não é nada legal, concorda? Por isso, neste post, vamos falar sobre os benefícios de se educar nas finanças e dar dicas de como aprender a administrar o seu dinheiro para evitar essa situação. Confira!

Quais são os benefícios da educação financeira pessoal?

Em primeiro lugar, a educação financeira traz mais tranquilidade. Ela proporciona flexibilidade no orçamento e aumenta as chances de fazer boas escolhas, em diversas áreas da vida. Nesse sentido, você poderá atingir os seus objetivos sem muitas preocupações.

Além disso, a gestão adequada do seu dinheiro ajuda a planejar o futuro. Você poderá refletir sobre quais são suas prioridades e seus sonhos e estimar de maneira mais prática o tempo necessário para realizá-los.

Como aprender a administrar o orçamento?

Nem sempre é fácil gerir os ganhos e os gastos do mês, por isso essa pergunta costuma causar confusão em várias pessoas. Mas fique tranquilo! Em apenas alguns passos, explicaremos como esse procedimento não é tão difícil assim. Vamos lá?

Tenha objetivos financeiros

Fica muito difícil saber aonde chegar sem ter objetivos, não é mesmo? Por isso, antes de buscar aprender sobre educação financeira, defina o que deseja. Após saber o que almeja, faça a previsão de quanto tempo deve ser gasto e qual será a quantia necessária para alcançar sua meta.

Veja as suas dívidas

O segundo passo é verificar todas as suas despesas. Tem alguma sem importância? Comprou algo supérfluo? Caso diga sim às duas perguntas, corte esses gastos. Com os gastos fixos baixos, você poderá fazer mais coisas com os seus recursos. Se estiver com muitas dívidas, procure formas de renegociá-las para melhorar a sua situação financeira o mais rapidamente possível.

Poupe parte do que ganha

Ter as contas apertadas no fim do mês é sinal de insegurança constante. Afinal, caso perca a renda que possui ou parte dos rendimentos, você terá dificuldades para lidar com diversos imprevistos que podem acontecer.

É recomendável guardar, ao menos, 10% do que ganha todos os meses. A maneira mais fácil de fazer essa tarefa virar hábito é sempre ter um padrão de vida um pouco abaixo da sua renda. Caso esteja, por exemplo, acostumado a viver com 80% dos ganhos, o ideal é passar a economizar, de forma automática, 20% mensalmente.

Estude sobre investimentos

Os três passos anteriores, se forem bem executados, vão proporcionar uma quantia maior para investir e facilitar na escolha do tipo de aplicação financeira.

No mercado, existem vários tipos de investimentos. Eles vão dos mais conservadores — como os fundos de renda fixa e o tesouro direto — até os de maior risco — que são as ações ou os fundos delas. Procure escolher o investimento que melhor se encaixe no seu perfil financeiro. Leia também livros sobre finanças e acompanhe sites que tratam do assunto para ajudar nas suas decisões.

Então, nossas dicas de educação financeira pessoal foram úteis a você? Aproveite que está por aqui, assine nossa newsletter e receba em primeira mão outras dicas de como administrar melhor o seu dinheiro!

24 de Maio de 2018

Como o planejamento ajuda a combater a instabilidade financeira?

A instabilidade financeira é um assunto frequente entre os brasileiros, afinal, isso pode afetar tanto os negócios quanto a vida particular. Mas, de maneira geral, quais são os maiores problemas que um mal planejamento financeiro pode causar às pessoas? E como será possível se organizar para acabar de vez com isso?

É exatamente pela falta de organização das finanças que as pessoas se endividam, deixam de ter recursos para planejar o futuro e até mesmo o presente fica comprometido diante de incertezas relacionadas ao dinheiro. Além do mais, as relações pessoais também sofrem desgastes em um ambiente marcado por problemas como esses.

A boa notícia é que mesmo para o pior cenário de crise financeira, há sempre uma solução que envolve dois pilares: planejamento e disciplina. E para você entender melhor como isso funciona na prática, listamos algumas dicas abaixo. Confira!

Defina um orçamento e o quanto poderá ser gasto

Definir o seu orçamento mensal é bem simples: o primeiro passo é somar todos os seus rendimentos provenientes de salários, pensões, negócios, entre outras fontes. Depois, liste todos os gastos fixos mensais, tais como aluguel, contas de energia e água, serviço telefônico e internet, TV por assinatura, plano de saúde, escola, transporte, alimentação e lazer.

O ideal, é que todas as contas fixas sejam pagas nas datas corretas, para não acarretarem a cobrança de juros, e ainda sobrar parte de seus rendimentos para investimentos e outros objetivos. Mesmo que você não consiga guardar por mês 30% do seu salário, por exemplo, não se desespere. O importante é manter saldo positivo e com o tempo alguns ajustes garantirão uma poupança maior.

Crie objetivos para longo e médio prazos

Uma forma eficiente de garantir motivação para guardar dinheiro todos os meses e ainda acabar com a instabilidade financeira é manter objetivos e sonhos bem definidos. Viagens, a realização de cursos no exterior, a aquisição do primeiro imóvel próprio ou a compra de um carro são algumas metas que exigem um bom planejamento.

Para aqueles que não têm sonhos ou metas, realmente fica mais difícil compreender a importância de manter a saúde financeira em dia, tudo para que nenhum detalhe possa dar errado na realização do objetivo.

Evite o uso de cartões de crédito

Em algumas situações específicas, o uso do cartão de crédito facilita o dia a dia, como por exemplo, na realização de compras online. No entanto, para o pagamento de uma conta ou mesmo para custear a rotina, como supermercado ou mesmo o abastecimento do carro, esse recurso financeiro não é indicado.

Aliás, um dos maiores fatores que causam o endividamento doméstico é justamente o uso indiscriminado do cartão de crédito. Lembre-se, ele não foi feito para você pagar contas como se fosse dinheiro em espécie. Então, a dica é usá-lo o menos possível e, somente, em situações indispensáveis.

Planeje o uso do dinheiro, faça planilhas mensais para acompanhar tudo o que está sendo gasto, corte despesas desnecessárias ou que não são interessantes no momento e sempre mantenha uma reserva financeira. Afinal, imprevistos podem acontecer e é preciso estar preparado para isso.

Controlando rigorosamente como o seu dinheiro é gasto, o risco de contrair dívidas não existirá e a instabilidade financeira passará bem longe do seu bolso! E para você que precisa quitar suas dívidas antes de entrar nesse estágio de planejar e poupar, recomendamos um conteúdo específico que já está no nosso blog sobre o assunto.

9 de Maio de 2018

4 dicas para usar o dinheiro da restituição do imposto de renda

Anualmente, a Receita Federal brasileira libera, para alguns contribuintes, valores referentes à restituição do imposto de renda. Ou seja, são as taxas que o cidadão pagou a mais ao governo e, após os cálculos do próprio órgão federal, tudo o que foi descontado indevidamente é ressarcido.

Para saber se você tem direito à restituição, basta acessar a página do Ministério da Fazenda e fazer uma consulta simples, usando o número do CPF e a data de nascimento. A cada ano, são liberados diferentes lotes de pagamentos em datas específicas, também divulgadas pelo Ministério.

O problema é que nem todas as pessoas têm consciência financeira para usar bem o dinheiro, que pode ser aplicado; investido em algum tipo de negócio, na aquisição de bens; ou mesmo para a quitação de dívidas. Pensando nisso, listamos logo abaixo algumas situações proveitosas que podem ser feitas com esse rendimento extra. Confira!

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4 de Maio de 2018

Orçamento familiar: como gerenciar as finanças domésticas e dívidas?

Não ter o hábito de planejar as despesas  principalmente quando se tem uma família — pode ser desastroso. A falta de equilíbrio financeiro afeta diretamente o orçamento familiar e, dessa maneira, é muito mais difícil que os objetivos sejam alcançados. Aí está a grande importância de cuidar dessa área.

Pensando nisso, nós separamos algumas dicas de como lidar com o orçamento familiar! Acompanhe!

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28 de Abril de 2018

Saiba como renegociar suas dívidas sem sair de casa!

O crescente acesso à internet nos últimos anos trouxe inúmeros benefícios para consumidores e empresários. Hoje em dia, é possível resolver muitas situações e burocracias com apenas alguns cliques, como pagar contas e impostos, administrar negócios e, até mesmo, renegociar as dívidas.

É isso mesmo, o que antes poderia ser uma situação constrangedora, já que o cliente deveria ligar ou mesmo ir até a empresa credora para renegociar as suas dívidas, atualmente pode ser feito pela internet.

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