Orçamento familiar: como gerenciar as finanças domésticas e dívidas?

Não ter o hábito de planejar as despesas  principalmente quando se tem uma família — pode ser desastroso. A falta de equilíbrio financeiro afeta diretamente o orçamento familiar e, dessa maneira, é muito mais difícil que os objetivos sejam alcançados. Aí está a grande importância de cuidar dessa área.

Pensando nisso, nós separamos algumas dicas de como lidar com o orçamento familiar! Acompanhe!

Faça um balanço dos gastos

Anotar suas despesas é a primeira atitude importante para quem deseja começar a controlar as finanças. Nesse caso, vale registrar todos os gastos  inclusive os pequenos, como lanches e cafés. 

Depois disso, você deve separá-los entre custos fixos (luz, água, internet, aluguel, estudos) e variáveis (restaurantes, viagens, presentes). Esse é um momento importante, pois ajudará você a saber para onde o dinheiro da família está indo e perceber o que poderá ser cortado.

Monte um planejamento financeiro

Esse é o segundo passo para gerenciar o orçamento familiar. Após conhecer os seus gastos e começar a controlá-los, você já estará apto a planejar o que fazer com o seu dinheiro. Primeiro, anote a renda líquida mensal e depois defina metas para o mês.

Procure estipular um limite para os gastos fixos e para os variáveis. Assim você poderá determinar uma porcentagem a ser economizada e começar a separar essa parcela da renda para algum objetivo de longo prazo.

Defina prioridades nas dívidas

Pensar nas suas dívidas na hora de estruturar o seu orçamento familiar é fundamental. Duas novas atitudes são essenciais: primeiro, mudar o hábito de comprar parcelado e procurar fazer o possível para adquirir tudo à vista. O parcelamento só deverá ser utilizado em casos muito específicos, como o financiamento de um imóvel ou veículo.

Segundo, quitar as dívidas existentes deve ser prioridade máxima. Assim, você precisará anotá-las com os juros e prazos e estabelecer um plano de ação para o pagamento. Dê prioridade para as que têm juros mais caros e, quando for negociar, cuide para que o valor do parcelamento não comprometa mais de 30% da renda da família.

Controle o impulso consumista

Aqui, o autocontrole é fundamental. Como você já definiu o teto dos seus gastos, você e seus familiares deverão prestar atenção em como se comportam em relação às compras. Ser impulsivo quando se trata de dinheiro é um dos grandes aliados do endividamento e adquirir produtos sem pensar duas vezes é um péssimo hábito.

Assim, você e todos os seus familiares precisarão mudar algumas coisas. Se alguém está interessado em comprar um item, a recomendação deve ser esperar, pelo menos, uma semana para analisar se é realmente necessário. Incentive o hábito de pesquisar os preços  é quase sempre possível encontrar o mesmo artigo muito mais barato.

Crie uma reserva

Esse é o último passo e também um dos mais importantes. A reserva será essencial para lidar com questões emergenciais e para realizar os seus objetivos. O ideal, nesse caso, é que seja separado, pelo menos, 15% da renda da família.

Você pode tanto guardar na poupança quanto utilizar o montante economizado para fazer um investimento. Procure determinar prazos para estimular todos a guardar dinheiro  sugira, por exemplo, que em 2 meses vocês economizem R$3.000. O ideal é que o valor da reserva chegue ao valor equivalente a 6 meses da renda mensal familiar.

Acreditamos que as informações contidas nesse texto serão bem úteis para gerenciar melhor o seu orçamento familiar. Siga as nossas sugestões e comprove!

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